Biossegurança: um diferencial competitivo para seu negócio da beleza

Biossegurança: um diferencial competitivo para seu negócio da beleza

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Para empreender no segmento da beleza é necessário, além da técnica profissional, estar atento à adoção das medidas de biossegurança.

 

Salões de beleza, clínicas de estética, barbearias e esmalterias integram os Serviços de Interesse para a Saúde (SIPS), e precisam seguir considerações básicas de segurança.

 

No entanto, não são poucos os gestores, mesmo após anos de funcionamento, que me procuram em busca de orientações para adequar seu negócio às normas exigidas pela tão temida vigilância sanitária.

 

E isso é fácil de entender quando lembramos que, no passado, as empresas iniciavam de forma familiar e, aos poucos, ganhavam maiores proporções.

 

Mas hoje, abrir um negócio da beleza sem colocar na ponta do lápis as adequações necessárias quanto à legislação sanitária, pode custar ainda mais caro.

 

Mas afinal, o que é biossegurança?

 

Em poucas palavras, são todas as ações voltadas para a prevenção e controle dos riscos à saúde humana, animal e do meio ambiente.

 

No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA, é o órgão a responsável pela fiscalização e controle sanitário em todo o território nacional, presente em todos os Estados e Municípios.

 

A ANVISA recebe anualmente uma série de denúncias e, nos últimos anos, os serviços de embelezamento estão sempre entre os mais denunciados.

 

Em 2017, os negócios da beleza atingiram 66% das queixas recebidas, o que nos mostra que os clientes estão de olhos abertos para os procedimentos relacionados à saúde e segurança no seu estabelecimento.

 

Nesse contexto, a vigilância sanitária, longe de ser nossa inimiga, é grande aliada do empreendedor da beleza.

 

Atualmente, investir em biossegurança deixou ser medida tomada somente para evitar problemas jurídicos e com a fiscalização e se tornou diferencial competitivo para atender à demanda de consumidores cada vez mais conscientes, atentos e exigentes.

 

Se você é gestor ou pretende gerir um negócio da beleza, não aguarde o recebimento de uma denúncia para tomar providências.

 

Seja o primeiro a conhecer a legislação que envolve seu empreendimento e evite ser alvo das seguintes reclamações, que estão entre as mais recebidas pela ANVISA:

 

  1. Ausência de alvará sanitário de funcionamento;
  2. Processamento incorreto de materiais e instrumentos (esterilização);
  3. Produtos fora da validade;
  4. Má higiene e limpeza do ambiente;
  5. Descarte inadequado de resíduos;
  6. Uso de cosméticos proibidos;
  7. Reutilização de matérias descartáveis.

 

Quer saber mais sobre biossegurança e descarte adequado dos resíduos gerados pelo negócio da beleza? Clique aqui e baixe a RDC Nº 222/2018, um documento criado pela ANVISA para regulamentar as boas práticas de gerenciamento dos resíduos de serviços de saúde.

 

Me conta o que achou aqui nos comentários ou nas redes sociais.

 

Beijão!

 

Fabiana Gondim

 

@hairsize